Os

downs pedem espaço

Quais os caminhos para que o mercado de trabalho passe a ver o potencial das pessoas com Síndrome de Down? No dia 21 de março em que é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down esse foi um dos assuntos que voltaram a despontar no debate. Essa data já passou, mas é importante relembrar que essa é mais uma das lutas que se espalha para além de um dia.

Há uma expectativa que se dê mais visibilidade para esses cidadãos mostrando como eles podem ser produtivos, independentes e socialmente ativos. Familiares, terapeutas e educadores não só do Brasil, mas de todo o mundo vem trabalhando incansavelmente para mostrar o valor da pluralidade e da inclusão.

Nos últimos anos organizações e pessoas pelo mundo todo vêm dando visibilidade para como as pessoas com Síndrome de Down tem capacidade para se desenvolver criativamente e profissionalmente. Para isso está sendo importante tanto a capacitação de profissionais quanto a insistência em atuar na educação das pessoas com Síndrome de Down. Esse movimento tem gerado frutos que vemos na forma dos “primeiros”: a primeira professora down, o primeiro ator down, o único down que conseguiu “pisar na Lua” etc.

Ainda é muito importante investir em mostrar exemplos de que as pessoas com Síndrome de Down, podem trabalhar de forma tão eficiente quanto qualquer pessoa. Assim como revelar que mundo afora há experiências de muito sucesso ao contratar pessoas com Síndrome de Down e que os mesmos devem ser alocados em setores nos quais tem competência, habilidades e que gerem resultados.